No dia 22 de Março, quinta-feira, vinda da vizinha freguesia de Cebolais de Cima, Retaxo recebeu a Imagem da Virgem Peregrina. Á entrada da povoação, quase toda a população, acolheu de forma emotiva e com muita fé, Aquela que durante alguns dias esteve entre nós. Na passagem da Imagem, efectuada pelo nosso Pároco Padre Amândio, foram lançadas ao ar algumas pombas brancas, ao mesmo tempo que a Filarmónica Retaxense fazia ouvir os seus acordes. A procissão com o andor, e em que à frente seguiam as bandeiras de Portugal, da Freguesia, do Corpo de Escutas de Cebolais de Cima e da Associação Rancho Folclórico, dirigiu-se de seguida para a Capela de Nª Srª. da Guia, sempre com os fiéis cantando à Virgem. De
Sexta-feira, Março 30, 2007
Virgem Peregrina na Freguesia
Convívio dos Josés
Mais de três dezenas de Josés, participaram dia 24 de Março em mais um convívio. Com a parte gastronómica( almoço, lanche e jantar) a ter lugar na Junta de Freguesia, durante todo o dia o convívio foi muito e de grande animação. Para não faltar, e mesmo não contando com o acordeonista, que não compareceu, a “ arruada” pela aldeia não deixou de ser feita por todo o grupo, e em que os tocadores de guitarra faziam o suporte musical. Para o ano, nova comissão volta a ser responsável pela organização de mais um convívio, cabendo a tarefa a: José Virgílio, José Domingos, José Joaquim Antunes, José Luís Almeida, José Manuel Xisto e José Galvão.
Colóquio " O Que é o Folclore?"
Ludgero Mendes, vice- presidente da Federação do Folclore Português, defendeu em Retaxo a ideia de que “ os grupos folclóricos que desenvolvem muito estudo e pesquisa, são os que estão mais próximos do correcto”. O folclorista de Santarém, que participava no Colóquio sobre Folclore realizado pela Rancho Folclórico de Retaxo, apresentou, e defendeu, algumas ideias base do que deve ser um trabalho sério por parte dos agrupamentos folclóricos, nomeadamente: a representação, o mais autêntica possível, da nossa cultura tradicional, Para Ludgero Mendes,” o que hoje estamos a representar, é a cultura de cada lugar, de cada terra e de cada região. Assim , cabe-nos ser dignos, e fiéis representantes, dessa mesma cultura”. No seguimento da sua intervenção, pediu aos representantes dos grupos presentes, que um grupo folclórico seja mais do que um grupo de dança. Cada vez é mais importante que os grupos de folclore recriem as vivências do dia a dia dos seus antepassados, pois, tudo isto, é mais importante do que apenas a componente da dança que transportam para cima do palco. Manuel João Barbosa, director do Jornal” Folclore” e outro dos intervenientes do Colóquio, referiu a “ imagem degradante que muitos grupos folclóricos estão a dar do nosso folclore. São autênticas aberrações que se auto intitulam de agrupamentos folclóricos”, afirmou. No seguimento da sua explanação, Manuel Barbosa, mostrou, através de fotos captadas em Festivais de Folclore realizados por todo o País, formas bastante negativas do que acabava de afirmar. Apelando para que o movimento folclórico do país seja mais autêntico, principalmente para todos aqueles( grupos e responsáveis dos mesmos) que teimam em continuar na asneira, terminou com uma afirmação bem contundente e actual: “ nunca será folclore aquilo de que se conhece o autor”. No espaço destinado á intervenção de todos os presentes, foram colocadas diversas questões, e sugestões, que receberam respostas concretas e directas dos dois folcloristas. Em mais esta iniciativa do Rancho Folclórico de Retaxo, que contou com os apoios da Delegação do Inatel/ Covilhã, Federação do Folclore Português e respectivo Conselho Técnico Regional, Jornal” Folclore” e Associação” Alto Tejo”, marcaram presença diversos agrupamentos folclóricos do distrito que salientaram a necessidade de mais iniciativas deste tipo.